Um início melancólico, triste, introspectivo, a rasar o chato, sem direito a conversa, a palmas a presença ou ruído maior que do próprio Rufus a cantar e a homenagear a mãe, que morreu em Janeiro. Fim da primeira parte, sai do palco no seu vestido preto e solene, e apareceram as primeiras palmas, como ele pediu em comunicado por alguém da produção. A segunda parte foi boa, mais descontraída, num Rufus que falou e brincou connosco, de Lisboa e das imensas imagens do Papa pela cidade. Cantou os êxitos de carreira, saiu voltou ao palco cantou mais três musicas e saiu. Foi um bom concerto sem ser um concerto espectacular, sem plumas nem show off. Afinal a mãe morreu e os artistas também são pessoas, humanas e sentimentais!!