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A mostrar mensagens de outubro, 2011
The "final" issue!
Pronto, vou para a cama ler o último número de Uncanny X-Men. 544 números mais ou menos ininterruptos desde 1963 e que acabam de uma forma parva: para no próximo mês ser relançado com um novo número 1 e vender mais uns milhares de cópias do que se fosse o número 545 e daqui a 55 números voltar a ser renumerado como 600. Às vezes a Marvel cansa-me.
Tim Gunn: Does it work for Star Trek?
Alan Kistler é o autor de coluna: Agent of S.T.Y.L.E. (no site Newsarama.com) onde escreve sobre super-heróis e o seu sentido de moda. Mais uma vez convidou o Tim Gunn para comentar os estilos de personagens muito conhecidas. Já aqui tinha partilhado os comentários sobre o Green Lantern e desta vez não resisto a partilhar os comentários do Tim e do Alan sobre as personagens do universo Star Trek! One day you are in and the next you are out (in space).
My story #08: As brincadeiras
Um dos meus tesouros era umas canetas que o meu pai trouxe do Brasil. Eram 24 e vinham numa grande caixa. Cada caneta tinha o nome das cores escritas. Fiquei muito intrigado e feliz com uma cor: o marrom. Era muito parecido com o castanho mas era marrom. Devia ser muito rara. Claro que toda a gente queria usar as minhas canetas e eu emprestava-as sempre. Gostava que mas pedissem e gostava de partilhar. A professora proibiu que as emprestasse pois os outros meninos podiam estragá-las. A verdade é que eram resistentes e ainda “sobreviveram” durante muito tempo. Na escola os outros meninos gostavam dos meus desenhos. Lembro-me de desenhar todos os meninos numa roda, todos muito redondos. Quando não estava na escola tinha sempre companhia. Brincava com amigos meus da terra ou com o Tó. O Tó é filho da M.C., uma senhora que casou com o filho da minha vizinha do outro lado da rua. Apesar de morar na cidade a M.C., ia muitas vezes àquela casa e como esteve grávida logo à seguir à mãe, tor...
DUAS!?!?!
Sempre fui muito descuidado com esferográficas. Mas tinha uma Parker que me foi oferecida há quase 10 anos por um grupo de pessoas muito especiais que usava diariamente e guardava com carinho. Sempre fui muito cuidadoso com ela apesar de saber que se houvesse um desporto olímpico chamado "perder canetas" já teria muitas medalhas de ouro. Sempre achei que ia chegar o dia em que ia abrir o estojo onde a guardo e ela não ia estar lá. Mas o insólito aconteceu. Tão cuidadoso fui com ela que ela se "reproduziu" e ontem quando abri o estojo fiquei embasbacado porque tinha não uma Parker mas duas! Mas como é que isto aconteceu? Ando a visitar universos paralelos à lá Olivia Dunham? Ou será que a, gulp, roubei sem dar por isso por achar que era a minha? Uma coisa é certa: agora que são duas já não vou ficar tão surpreendido se me aparecer uma terceira...
País moderno
Ainda há algo que me deixa bem disposto: ver episódios de Modern Family. Ri-me imenso com esta deixa da Glória: I n my country there's a saying that means: Love is just around the corner. I come from a neighborhood with a lot of prostitutes. E depois dos discurso de hoje do P.R. descobri que os chulos dessas prostitutas estão todos no meu neighborhood. But there's no love here!
My story #07: A escola
O meu pai continuava com longas viagens. Felizmente quando regressava ficava em casa um tempo igual ao que tinha ficado no mar. Mas sabia sempre a pouco. Nesta altura os meios de comunicação entre o meu pai e nós eram o telegrama, a carta ou o postal. Lembro-me que a minha mãe me tentou ensinar a escrever para o meu pai. O meu pai trazia-me sempre presentes quando regressava. E brincava imenso comigo. Apesar de ter muitos brinquedos havia uma coisa que eu adorava: recortar. Desenhava os meus próprios brinquedos em cartão e recortava-os ou então recortava-os de papel de fantasia. Tinha gavetas cheias deles. E gostava de criar famílias e relações entre eles. Também me lembro que gostava que a minha mãe me construísse brinquedos em tecido. Eram os mais duradouros. Porque tudo o resto eu desmontava. Abria carrinhos, desconstruía tudo e queria ver sempre o que estava lá dentro. Por isso o lego foi uma descoberta muito importante para mim. Aos 5 anos entrei para a escola. Era uma escola rela...
Uma questão de Fé...
HISTORIA REAL E INTERESSANTE... Apresento-vos um cachorro chamado FAITH ( Fé) ! Este Cachorrinho nasceu na Véspera de Natal no ano de 2002. Nasceu apenas com as duas pernas traseiras. Como está claro, não conseguia andar, e até a sua própria mãe o rejeitou. O seu primeiro dono também pensou que ele jamais conseguiria andar, e considerou "pô-lo a dormir".... Nessa altura, a sua actual dona, Jude Stringfellow, conheceu-o e pediu para ficar com ele. Determinada, foi ela que ensinou e treinou este pequeno cão a andar por si só. Chamou-lhe 'Faith', ou Fé. De princípio, ela colocou-o numa prancha de skate, para que ele sentisse o movimento...usou depois manteiga de amendoim para o atrair, e como recompensa para que ele se levantasse e saltasse, apenas nas duas pernas. Inclusivé os outros cães lá em casa também eles o icentivavam ao movimento. Um espanto, pois, que ao fim de apenas 6 meses, o "Fé" começou a aprender a equilibrar-se nas suas pe...
O menino japonês
No primeiro dia de aulas, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão A aula começa e a professora diz: Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?' Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: - 'Patrick Henry em 1775, em Filadélfia'. Muito bem, Suzuki. E quem disse: -'O Estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?' Suzuki: - 'Abraham Lincoln, em 1863, em Washington'. A professora olha os alunos e diz: - 'Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!' Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: - 'Japonês filho da puta!' - 'Quem foi?' - grita a professora Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde: - 'General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour'. A turma fica super silenciosa... apenas se ouve do fundo da sala: - 'Acho que vou vomitar'. A professora ...
As maravilhas da arte terapia
Foi uma das (muitas) coisas boas do meu mestrado: descobrir o fabuloso mundo da arte terapia. A arte terapia tem um imenso percurso a fazer em Portugal onde ainda passa muito despercebida ou é pouco valorizada. Acredito que nos próximos anos essa tendência se inverta. Voltarei a falar com mais profundidade da arte terapia pois faço tensões de me envolver mais a sério com este tema. Para os mais curiosos aqui fica o link para a Sociedade Portuguesa de Arte Terapia onde participei recentemente numa workshop bastante interessante. Aqui fica uma das actividades da workshop, uma espécie de janela de Johari ilustrada. Aquilo que os outros sabem de mim e que eu sei de mim Aquilo que sei de mim e que os outros não sabem de mim Aquilo que os outros sabem de mim mas que eu não sei de mim Aquilo que os outros não sabem de mim e que eu também não sei
My story #06: Os animais
Apesar do incidente do cão dos meus avós não deixei de gostar de animais. Eram o melhor da vida do campo. Lembro-me de uma pata branca que a minha avó me ofereceu e que eu adorava. Adorava brincar com coelhos mas sempre achei as galinhas animais muito idiotas. Eu queria adoptar todos os animais que conseguisse. Acho que herdei isto da minha avó Josefa que criou: gansos, patos, galinhas anãs, pombos. Eu acompanhava-a sempre quando ela os ia alimentar. A minha avó chegou a ter um rebalho de ovelhas que um senhor levava a pastar. Eram umas vinte e estavam dentro de uma cerca enorme e tinham uma casa de madeira onde dormiam. Um dia vendeu-as todas. Depois teve um grande bezerro que também vendeu. E havia sempre uma porca a ter ninhadas de bacorinhos. O meu avô andava sempre pelas localidades vizinhas a dsitribuir rações de animais ou botijas de gás ou adubos. Algumas vezes eu ia com ele e muitas pessoas me conheciam por causa disso. Outra vezes ficava na loja com a minha avó e a minha ...