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A mostrar mensagens de novembro, 2011

You should do a leafthing!

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No more #56

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Música da Semana: Florence + The Machine - Shake It Out

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Esta música diz-me tanto. Tem um bocadinho de locus horrendus e de locus amoenus. Adoro! Regrets collect like old friends Here to relive your darkest moments I can see no way, I can see no way And all of the ghouls come out to play And every demon wants his pound of flesh But I like to keep some things to myself I like to keep my issues strong It's always darkest before the dawn And I've been a fool and I've been blind I can never leave the past behind I can see no way, I can see no way I'm always dragging that horse around And our love is pastured such a mournful sound Tonight I'm gonna bury that horse in the ground So I like to keep my issues strong But it's always darkest before the dawn Shake it out, shake it out, shake it out, shake it out, ooh woaaah Shake it out, shake it out, shake it out, shake it out, ooh woaaaah And it's hard to dance with a devil on your back So shake him off, oh woah I am done with my graceless heart...

My story #13: P.S.: Eu cresço (Parte I de II)

“Gordo!” Perdi a conta às vezes que ouvia aquela palavra durante o dia. Lembro-me que a mãe dos meus amigos e vizinhos André e Inês, que moravam em Lisboa mas que iam para “a terra” no fim-de-semana e nas férias, um dia em que me estava a dar boleia no seu carocha verde alface me disse, sem maldade: “Senta-te no meio, Xico, os amortecedores não estão muito bons.” Também nas visitas de estudo os professores me diziam para sentar nos bancos do fundo do autocarro porque se fosse nos duplos íamos mais apertados. À medida que crescia parece que o meu corpo ganhava cada vez mais importância e cada vez reparavam mais nele. “Gordo!”        “Gordo!”        “Gordo!”        “Gordo!”        “Gordo!”        “Gordo!” Muitas vezes chegava a casa e atirava-me para cima da cama a chorar. Não queria ouvir mais aquela palavra. Sentia-me p...

No more #55

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(Locus horrendus/Locus amoenus) x aeternum

Sei o quão maravilhosa a vida pode ser: preenchida, completa, feliz. Sei o quão terrível a vida pode ser: circinal, complexa, vazia. Na minha vida, normalmente, experiencio esta dicotomia. Acontece da forma natural e crua mas também de forma mágica e apaixonante. Não sei porquê mas é assim. Agora lido com esta sucessão de forma mais serena. Compreendendo esta dualidade da vida e a sua manifestação sequencial [na minha vida]. É como um teste. Um teste que se repete de x em x anos com questões diferentes e cujas respostas, por mais que tenha estudado, nunca sei dar. Mas, na maior parte das vezes, ajuda muito saber as respostas que dei nos testes anteriores; e nas outras, somente o que aprendi na "realização concreta" desse teste, ou seja, a experiência em si. Num momento mais recente a vida parecia mostrar-se terrível, pesada, cruel quase até ao sadismo. Não devo ser o único a sentir isto. E se por um lado isso me causava alguma angustia, sabia que, mais dia menos dia, algo d...

Mãe, esta é a minha vida!

Acabei de por nas mãos da minha mãe (que está a recuperar de uma cirurgia) o trabalho que realizei para uma disciplina de arte terapia que conta toda a história da minha vida (sexo, mentiras, vídeo... tudo!) e ainda por cima tem ilustrações. (Este trabalho está a ser postado aos bochechos com a etiqueta " My Story ".) -Assim que começares a chorar tiro-te o trabalho das mãos! - adverti eu. E paras no capítulo XIX porque a seguir vem a minha vida sexual. - Chorar? Não vejo aqui nada para chorar. E não posso ler sobre a tua vida sexual porquê? - Mãe! Porque é... é muito monótona...vais-te aborrecer. Ela leu a introdução sem se comover e passou para o enquadramento familiar. Quando chegou ao capítulo IV  uma lágrima gorda rolou-lhe pelo olho esquerdo. - Pronto, mãe, acabou. Dá cá o trabalho. - Porquê? - Porque estás a chorar! - A chorar, eu? - respondeu descaradamente. - Sim, mãe. Tens uma lágrima no olho. Eu estou a vê-la! - Não estou nada a chorar. São os olhos que ...

Désenchanté!

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Parece-me o tema ideal para um dia de greve! Não podia ser mais atual.

Música da Semana: Moby & Mylene Farmer - Slipping Away

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My story #12: Religiosidade assombrada

Uma vez, o Gil desafiou-nos, a mim e ao David, para irmos a uma casa assombrada no intervalo das aulas. Era uma enorme vivenda que estava abandonada e diziam que as rosas do jardim deitavam sangue e que havia um fantasma. Eu não estava muito interessado em ir mas como o Gil disse que era só para rapazes corajosos, lá fomos. A casa era de facto enorme e era muito fácil entrar lá dentro porque as portas e as janelas estavam abertas. Lá dentro estava tudo desarrumado e com ar decadente. No princípio tive medo mas depois percebi que não havia fantasma nenhum. Decidi encher a minha mochila com fotografias antigas e uns cartões que estavam no chão. O David e o Gil disseram que era melhor guardar segredo mas eu não percebia porquê e quando cheguei à escola mostrei a todos o que tinha trazido da casa assombrada. Era um rapaz corajoso e toda a gente devia saber disso. A aula a seguir era de Religião e Moral. A professora soube que tínhamos ido à casa assombrada. Não ficou muito feliz e disse qu...

WTF moment

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Justin Timberlake, Susan Sarandon, Lady Gaga em vídeos de músicas que parecem saidas dos anos 80 e têm temas como "Mother lover" ou "3-Way (The Golden rule)"...

A vida é simples

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Katy Perry - The One That Got Away

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Emotional Intelligence for dummies

Without feeling, you don’t really live. Your ability to feel joy, happiness, excitement, and even pain, hurt, and loss makes you human. In many ways, modern society takes away your ability to feel. You’re overly focused on your thinking skills throughout school, work, and your social life. Going through life without feelings is like living in a black and white movie. You experience shades of gray — when life feels bad, your feelings get darker, and when things feel better, they get lighter.

No more #54

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Única exceção: "Não precisas esperar mais, estamos prontos!"

Música da Semana: Marta Hugon- Swim Slow

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No more #53

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É verdade, fui acusado de plágio! Mas foi porque plagiei? Não! De facto usei um recurso que não criei.  Mas em momento algum o tratei como meu ou o assinei.  Só mais para o fim do discurso que tive com a acusadora é que percebi a razão da acusação: tinha preenchido, de forma  anónima e só com cruzes, juntamente com um grupo de diversas pessoas, uma ficha de avaliação do trabalho da acusadora e esta não gostou de um dos valores que supostamente lhe atribui pois achou que eu estava a ser injusto.  Como sabia que a ficha era minha? Não sei. Todas as fichas foram preenchidas anonimamente. Como se dá ao trabalho de prejudicar a credibilidade e seriedade deste processo (e do seu trabalho) para me tramar? Não sei, mas depois desta atitude provou que qualquer avaliação que eu tenha feito só pode ter sido generosa. Apesar me ter prejudicado deliberadamente sinto que sai vencedor deste processo todo e só consigo sentir pena da acusadora. 

My story #11: O rapaz do rato

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Depois da partida do Nelson acho que me propus ajudar todos os animais. Lembro-me de recolher uma pequena cobra e um morcego ferido. Tive uma grande paixão por patos. Achava-os o epíteto da liberdade. Por esta altura os meus pais compraram-me dois patos marrecos que eu adorava. O Mickey e o Pimpão. As penas do Mickey eram iguaizinhas às dos patos bravos. Passava imenso tempo a observá-los. Construíram um lago para eles que se via pela janela do meu quarto e eu adorava ficar a vê-los a nadar. Também tive outros patos (dos mudos). Por essa altura vi um documentário sobre o austríaco Korand Lorentz e fiquei encantado com conceito de imprinting. Achava que era maravilhoso passar os dias com bandos de gansos. Pensei durante muito tempo que queria ser veterinário. O facto de morar perto de um paúl deve ter-me influênciado. Passei muitas tardes sozinho a explorar este espaço que tão maltratado é. Adorava apanhar cágados e tive alguns no grande quintal da “casa velha”. Um dos meus animais de e...

Frida Kahlo - as suas fotografias

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Recomendo!

Chuck & Blair - I'm sorry for everything

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My story #14: O grupo de amigos

Uma das coisa que aprendi com o P.S. foi a ter hábitos de vida mais saudáveis. Comecei a ser mais activo e estava mais tempo fora de casa. Fazia mais desporto: andava de bicicleta e fazia natação. A natação já tinha começado no 5.º ano. Comecei a ter aulas de guitarra portuguesa juntamente com a minha amiga Inês. Mantive a minha amizade com o David e o Hélder. Ao nosso grupo, depauperado depois da partida do Nelson, juntou-se a minha prima Sónia. Os pais do André e da Inês tinham decidido que eles viriam estudar para Caldas e eles também se juntaram a nós. Apesar de estarmos em turmas diferentes encontravamo-nos com frequência nos intervalos. Juntos tínhamos várias iniciativas. Juntávamos dinheiro semanalmente. Organizávamos festas e multiplicávamos esse dinheiro. E depois organizávamos actividades nas férias grandes. Passávamos parte das férias juntos. O facto da minha aldeia ficar a meia dúzia de quilómetros da bela baía de São Martinho facilitiva muito as nossa deslocações. Muitas v...

A perspetiva das coisas

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A natureza morta na Europa. Imperdível.

Ainda a Glenn

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Depois de ver esta imagem no I love my shoes  e de me rir imenso não resisto a acrescentar:

Last goodbyes

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- Somebody's here to apologise. - Well, I can't say I want to hear him right now, but... tell Louis I'll see him upstairs. - Not Louis... - What are you doing here? I don't have the energy to rehash tonight's hysterics. I think you should leave. - I'm not here to apologise about what happened tonight. - Then what are you here to apologise for? - Everythin g else. I'm sorry for losing my temper the night you told me Louis proposed to you. I'm sorry for not waiting longer at the empire state building. I'm sorry for treating you like property. I'm sorry I didn't tell you I loved you when I knew I did. But most of all I'm sorry that I gave up on us when you never did. - Thank you. I hope never giving up on people isn't going be my downfall.  - Thats why you're going to be an amazing mother. You're always there for the people you love... even when they don't deserve it. - You know that's never g...

Nina Simone - Here comes the sun

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Encontro escaldante!

Rapaz giro meets X. Trocam dois dedos de conversa. X está farto de uma semana de eterna solidão.  X e rapaz giro (muito) vão até casa do X. Rapaz giro diz que a casa de X é muito agradável e adora o confortável sofá. X liga a televisão e olha atentamente para o programa Câmara Clara que gravou no domingo e ainda não teve oportunidade de ver. Rapaz giro aproxima-se pela esquerda. X admira as pinturas que vão aparecendo na televisão e diz que adora o Van Gogh por causa das cores. Rapaz giro põe o braço à volta de X. X sente-se ligeiramente excitado e pensa que se lixe, o gajo é giro e eu estou sozinho. Rapaz giro beija o pescoço de X. X fica espantado com a beleza simples das frases de Rui-Mário Gonçalves.  Rapaz giro abraça X. X não é de ferro e sente-se excitado fisicamente. Mentalmente pensa que aquilo é ridículo. Afectivamente aquilo parece-lhe vazio e fútil. X fica parcialmente triste porque (quase) qualquer outro homem na sua situação não ia pensar duas vezes.  X que...

Crush!

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Crush. É mesmo só isso! Ou será? Que interessa? Há coisas que não são para analisar. Só sentir...

My story #10: Adeus Nelson

Felizmente tinha amigos. Bons amigos. O David, o Nelson e o Hélder. E também fiz amigos na minha turma: o Luís que tinha uma pele muito branquinha e que batizei de “Schultz” já não me lembro porquê; o Aquilino que era um menino preto (o primeiro que conheci) e era simpático comigo. Costumava pousar a mão na minha barriga e perguntar-me quando nascia o bebé; a Márcia, que era castanha e adorava dançar, a Armanda que usava óculos, a Titânia tinha um cabelo louro muito bonito; a Catarina que gostava de beijar os rapazes; o Marco “Mariconço” que usava sempre um pullover por cima dos ombros, era alto e desengonçado e já tinha bigode. Na turma também havia meninos com quem não me podia dar. Eram aqueles que iam para trás do ginásio fumar. Fumar era uma coisa muito feia e todos os meninos bons sabiam que não o deviam fazer. Quem fumava era uma má companhia. Por isso evitava sempre o Edgar e o Luís “Alto”. Mas nenhum dos meus amigos era tão importante como o Nelson. O Nelson era o meu mano. Um...

What a onderfull World!

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Às vezes pode não parecer. Mas é. Só é preciso manter a fé!

Who am I?

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Itálico

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lol

Viver é...

Viver é uma peripécia. Um dever, um afazer, um prazer, um susto, uma cambalhota. Entre o ânimo e o desânimo, um entusiasmo ora doce, ora dinâmico e agressivo.   Viver não é cumprir nenhum destino, não é ser empurrado ou rasteirado pela sorte. Ou pelo azar. Ou por Deus, que também tem a sua vida. Viver é ter fome. Fome de tudo. De aventura e de amor, de sucesso e de comemoração de cada um dos dias que se podem partilhar com os outros. Viver é não estar quieto, nem conformado, nem ficar ansiosamente à espera.  Viver é romper, rasgar, repetir com criatividade. A vida não é fácil, nem justa, e não dá para a comparar a nossa com a de ninguém. De um dia para o outro ela muda, muda-nos, faz-nos ver e sentir o que não víamos nem sentíamos antes e, possivelmente, o que não veremos nem sentiremos mais tarde.  Viver é observar, fixar, transformar. Experimentar mudanças. E ensinar, acompanhar, aprendendo sempre. A vida é uma sala de aula onde todos somos professores, onde todos somos...

Música da Semana: Theophilus London - I Stand Alone

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God!

"Barbra Streisand, Cher and Madonna died and went to paradise in front of God who was sitting on his throne... GOD: Welcome girls! Barbra, what do you have to tell me? BARBRA: I had a great voice, i was a famous singer, director and actress, I sold a lot of albums and I won many awards. GOD: Nice Barbra, and you Cher? CHER: I was a singer and an actress, I sold a lot of albums, had a great look, I played in many films and I won several awards. GOD: Nice Cher. And you Madonna.. what do you have to tell me? MADONNA: You're sitting in my chair!!"

Relacionamentos que sanam

Estou solteiro. Já não me sentia solteiro desde o final de 2001 apesar de neste espaço de tempo ter tido dois relacionamentos distintos. Aliás, tudo me parece novo e diferente. Não estou lavado em lágrimas nem me apetece excomungar o meu x-bf. Não há um grande alguidar cheio de sangue nem louça partida pelo chão. Não houve tormento nem lágrimas. Não sabia que as relações podiam acabar sem mágoa ou rancor. Não sabia que mesmo depois do final de um namoro podia haver compreensão e carinho. Houve uma grande honestidade e continua a haver um grande respeito mútuo. Simplesmente a relação, tal como era, chegou ao final do seu curso natural. Comparando-me com o final do meu outro relacionamento, fico muito feliz por perceber como amadureci, como cresci como pessoa. Estou orgulhoso de mim. Duplamente. Pela maturidade com que lido com as situações e porque sei escolher as pessoas certas para estarem ao meu lado. Obrigado F por tudo o que me deste e que de uma forma ou outra continuarás a dar. E...

My story #09: Aberração gorda

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Aos 10 anos fui para o 5.º ano de escolaridade. Saí do pequeno abrigo de onde tinha estado, da minha pequena escola de aldeia e do mundo abrigado e protegido que conhecia. Uma das imagens que tenho na cabeça é a de uma redoma no espaço. A Terra tinha-se fragmentado mas eu conseguia muito bem perceber quem eram as pessoas que estavam dentro daquele pedaço de terra com uma redoma transparente que flutuava no espaço e onde estavam outros pedaços da terra também com redomas. Sabia muito bem quem estava dentro da minha redoma. Conseguia, naquele tempo enumerar todas as pessoas da minha vida e colocá-las na redoma. Então cheguei a uma escola nova com muitos meninos. Na minha turma estavam dois meninos da primária, o inteligente David e o meu antagonista Pedro d’Amélia. Eu tornei-me muito amigo do David, que se dava muito bem com o Hélder. Eles eram vizinhos e viviam fora do centro da aldeia. Como não tinham irmãos passavam muito tempo juntos, tal como eu e o Nelson. Tornar-nos-íamos todos am...