Brokeback rise the mountain
O que nós dizemos...
Ang Lee, o realizador, referiu-se ao filme dizendo que não era um western gay, mas antes a história de amor entre dois homens. Embora para muitas pessoas, esta definição não passa de jogo de palavras, para quem viu o filme percebe o seu sentido. "Brokeback Mountain" relata a história homossexual de forma simples, demasiado simples, sem entrar em estereótipos preconceituosos. Mas não é apenas uma história de amor: é uma revelação, uma auto-revelação, uma privação, uma recusa, uma vergonha, uma tristeza, angústia, frustração, etc. Tudo aquilo pelo qual "Nós" já passamos e sabemos tão bem o que significa. Sem deixar de usar a figura mítica do cowboy e sua família submissa e tradicional da década de 60, a história ganha mais realismo e compreensão pelas opções dos dois homens ao "afastarem-se" do seu destino.
Classificação: 4+
M
O que eles dizem...
O que poderá vexar os espectadores heterossexuais, uns mais do que outros, não será a cena de sodomia - urgente e tensa, com a sua curteza cumprida a arfar -, mas antes a virgindade de espírito de Ennis del Mar e de Jake Twist, os dois inocentes possuídos de inocência ali a copular a alma. O que poderá determinar a aproximação dos espectadores de "Brokeback Mountain", seja qual for a sua latitude, não é a paixão homossexual abertamente vertida no peito de dois jovens cowboys - é antes a universalidade da tragédia de um amor não cumprido.
JN
Isto não quer dizer que seja um filme perfeito porque peca pela falta de envolvimento emocional das personagens na segunda parte.
Farpas
Ang Lee, o realizador, referiu-se ao filme dizendo que não era um western gay, mas antes a história de amor entre dois homens. Embora para muitas pessoas, esta definição não passa de jogo de palavras, para quem viu o filme percebe o seu sentido. "Brokeback Mountain" relata a história homossexual de forma simples, demasiado simples, sem entrar em estereótipos preconceituosos. Mas não é apenas uma história de amor: é uma revelação, uma auto-revelação, uma privação, uma recusa, uma vergonha, uma tristeza, angústia, frustração, etc. Tudo aquilo pelo qual "Nós" já passamos e sabemos tão bem o que significa. Sem deixar de usar a figura mítica do cowboy e sua família submissa e tradicional da década de 60, a história ganha mais realismo e compreensão pelas opções dos dois homens ao "afastarem-se" do seu destino.
Classificação: 4+
M
O que eles dizem...
O que poderá vexar os espectadores heterossexuais, uns mais do que outros, não será a cena de sodomia - urgente e tensa, com a sua curteza cumprida a arfar -, mas antes a virgindade de espírito de Ennis del Mar e de Jake Twist, os dois inocentes possuídos de inocência ali a copular a alma. O que poderá determinar a aproximação dos espectadores de "Brokeback Mountain", seja qual for a sua latitude, não é a paixão homossexual abertamente vertida no peito de dois jovens cowboys - é antes a universalidade da tragédia de um amor não cumprido.
JN
Isto não quer dizer que seja um filme perfeito porque peca pela falta de envolvimento emocional das personagens na segunda parte.
Farpas
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