
Estou a ter um pesadelo medonho. Sim, a ter! O filha da puta ainda não se foi embora. Tava com mais quatro colegas. A entrar num hotel. Mas um de nós tinha sido substituído por um assassino. Duas colegas foram logo abatidas. Fiquei eu e mais duas. (O meu poder matemático ainda funciona, vêm?) E depois começo a reparar em promenores para ver qual das duas é a cabra que me vai enfiar uma bala entre os olhos. Mas a actriz é boa e não consigo descobrir qual das duas é. Até que uma delas entra no meu quarto no preciso momento em que acordo do pesadelo. O cabelo está mais enfeitado do que o costume. Está tão cheia de joaninhas (decorativas) que parece uma árvore de Natal. Penso: É ela a assassina. Exagerou na decoração da guedelha. Ooops... Afinal deve estar a ser ela própria. Ela quer que eu vá tomar banho. Pudera, tou mais transpirado que uma vaca do
Cow Parede em peregrinação a Fátima. Pró caralho com ela. Quem me dera poder fugir daqui. Mas não posso. Se eu fizer no fundo do corredor levo com uma bala. Estou acordado mas continuo a sonhar. Tirem-me daqui!!! Preciso de ser forte. E de ser 605. Não falta muito para ser livre...
P.S.: Não estou a perder a cabeça! Estou a ganhar a consciência que já perdi.
Comentários