Depressão pós-jantaradas da quadra Natalícia
Foram duas noites seguidas de jantaradas fora com colegas. Boa companhia, boa comida, algum álcool à mistura. Um telefonema da minha mãe que me deixou K.O. Juntei mais algum álcool para ver se a ferida sarava. Troca de prendas em piloto automático sem saber se fico ou vou. Adoro dar e não sei receber. Outro telefonema da mãe: felizmente foi só um susto e a minha avó está bem. Bebo de alívio. Discoteca. Uma noite de dança bem animada. Cenas violentas de pancadaria e muito sangue à mistura. Não, não é nenhum filme, foi o cenário com que nos deparámos à saida de uma discoteca bem conhecida da capital. Mais à frente um grupo polícias separava mais um grupo que lutava. Durmo 3 horas. Acordo cedo preocupado com a avó. Ela está bem. O dia passou. Já anoiteceu e estive entorpecido todo o dia, perdido em pensamentos. sem que desse por isso. De vez em quando lembro-me da calçada ensaguentada. Das caras ensaguentadas e aturdidas. E eu não sinto o Natal. Não sinto que é Natal e não sei porquê.
Comentários
Espero que o "susto" com a tua avó já tenha passado.
Abraço.