Concerto Rufus Waiwright



Um início melancólico, triste, introspectivo, a rasar o chato, sem direito a conversa, a palmas a presença ou ruído maior que do próprio Rufus a cantar e a homenagear a mãe, que morreu em Janeiro.

Fim da primeira parte, sai do palco no seu vestido preto e solene, e apareceram as primeiras palmas, como ele pediu em comunicado por alguém da produção.

A segunda parte foi boa, mais descontraída, num Rufus que falou e brincou connosco, de Lisboa e das imensas imagens do Papa pela cidade. Cantou os êxitos de carreira, saiu voltou ao palco cantou mais três musicas e saiu.

Foi um bom concerto sem ser um concerto espectacular, sem plumas nem show off.

Afinal a mãe morreu e os artistas também são pessoas, humanas e sentimentais!!

Comentários

João Roque disse…
Já não fiquei tão desapontado de não ter ido...
Angelo disse…
Eu também lá estava! E sim, primeiro foi uma coisa mais sombria, mas adorei tudo. Ele é óptimo!
Frankenstaquio disse…
Tal como a Alícia Quis ele também me autografou: Rufus Vaine-rato. Mas como foi numa nádega não postei a foto.

Abraços

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