No more #53

É verdade, fui acusado de plágio!
Mas foi porque plagiei? Não! De facto usei um recurso que não criei. 
Mas em momento algum o tratei como meu ou o assinei. 
Só mais para o fim do discurso que tive com a acusadora é que percebi a razão da acusação: tinha preenchido, de forma  anónima e só com cruzes, juntamente com um grupo de diversas pessoas, uma ficha de avaliação do trabalho da acusadora e esta não gostou de um dos valores que supostamente lhe atribui pois achou que eu estava a ser injusto. 
Como sabia que a ficha era minha? Não sei. Todas as fichas foram preenchidas anonimamente.
Como se dá ao trabalho de prejudicar a credibilidade e seriedade deste processo (e do seu trabalho) para me tramar? Não sei, mas depois desta atitude provou que qualquer avaliação que eu tenha feito só pode ter sido generosa.
Apesar me ter prejudicado deliberadamente sinto que sai vencedor deste processo todo e só consigo sentir pena da acusadora. 

Comentários

Nuno Amado disse…
Definitivamente devias ter dado uma avaliação inferior, pois quem faz isso está a subverter qualquer avaliação, ou inquérito. Ou seja, como pessoa não vale grande coisa com certeza!
:\

Abraço
Sérgio disse…
Não percebi. Se era anónimo...
Frankenstaquio disse…
Bongop,
e como alguém se sente no direito de prejudicar outra pessoa deliberadamente e viver com isso... E ainda se achar certa... é de doidos!

Sad eyes,
também não percebi! Mesmo que houvesse desconfiança como se poderia saber que era o meu? Nem eu me lembro do que escrevi!
Mas fica justificado o motivo destas avaliações serem anónimas!
um coelho disse…
Os inquéritos anónimos têm muito que se lhe diga. Trabalhei para uma empresa de estudos de mercado, em que tinha de fazer inquéritos, supostamente anonimos, a determinados profissionais. No final, indicação da empresa, deviamos tentar obter o contacto dos inquiridos.

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